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IGAC: Organismo-piloto do projeto de centralização de sistemas informáticos na Administração Pública

A Agência para a Modernização Administrativa, IP (AMA) e a Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC) concluíram com sucesso o primeiro projeto-piloto de centralização das infraestruturas de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no âmbito da PCM.

Toda a função informática da Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC), um organismo na tutela da Cultura, integrado na Presidência do Conselho de Ministros (PCM), foi centralizada na AMA, também sob a alçada da PCM. As modificações efetuadas geram uma poupança anual de cerca de 170 mil euros, o que representa mais de 50% da despesa TIC da IGAC. Uma parte significativa destas poupanças resulta da adoção generalizada de software em código aberto.


A centralização na AMA da função informática de organismos integrados na PCM é um dos projetos incluídos no Plano Global Estratégico de Racionalização e Redução de Custos nas TIC (PGERRTIC), do Governo, para racionalizar a gestão e os investimentos em TIC na Administração Pública. Mais especificamente, o projeto-piloto AMA – IGAC enquadra-se na Medida 2 do PGERRTIC, cujo objetivo é o de centralizar e racionalizar funções informáticas numa única entidade em cada ministério, garantindo que os organismos de cada ministério partilham infraestruturas tecnológicas, serviços de operação e manutenção e redes de comunicações. Estima-se que esta e as restantes medidas do PGERRTIC venham a conduzir a poupanças totais anuais de cerca de 500 milhões de euros.
A AMA, para além de ser a entidade responsável pela gestão operacional do PGERRTIC, coordena a maioria das suas medidas, onde se abordam aspetos relacionados com a governação, segurança, redução de custos, utilização de software em código aberto, partilha de recursos entre organismos, administração eletrónica e cloud computing, entre outros.


A Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC) tem como missão primordial auditar o desempenho das entidades sob a dependência do Secretário de Estado da Cultura, certificar e garantir a segurança dos espetáculos artísticos, promover e defender o direito de autor e conexos e autenticar e classificar obras e conteúdos culturais.
Para o sucesso deste projeto foram determinantes a colaboração estreita entre a AMA e a IGAC e o envolvimento de um consórcio de PME’s nacionais, liderado pela Caixa Mágica e incluindo a INOK Consulting e a Ângulo Sólido.