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NETtalks - Conferência sobre direitos digitais dos consumidores

No passado dia 15 de dezembro, na Escola Secundária D. Dinis em Lisboa, juntaram-se aos alunos e professores, responsáveis por temas como os direitos de autor, o mundo digital e a Internet como novo meio de criação intelectual e de comunicação, numa conversa com o formato de conferência a lembrar as famosas "TED's".

"Ser criativo e respeitar os direitos de autor" foi uma das questões em debate neste evento que marcou o encerramento da terceira edição do Concurso SITESTAR.PT.

Este concurso tem desafiado os jovens a criarem 'websites' sobre os seus projetos e atividades nas áreas da ciência, da inclusão social, das artes e do desporto, promovendo a literacia digital e o respeito pelos direitos de autor.

As escolas também foram convidadas a promoverem os seus jornais digitais no âmbito deste concurso, que nas duas edições anteriores contou com a inscrição de mais de 400 equipas, com o envolvimento direto de 1.035 alunos e de 169 professores, tendo sido criados e desenvolvidos 107 'websites'.

"É um apoio que estamos a fazer para que os jovens tenham melhores competências no mundo digital, mas deparamo-nos com uma dificuldade, que é alguma falta de conhecimento dos mais novos sobre os direitos de autor, que os leva a usar imagens, conteúdos, da forma que não é mais correta ou em desrespeito pelos autores", disse à agência Lusa a coordenadora do projeto da Deco, Fernanda Santos.

As principais motivações dos organizadores deste concurso são ao nível da promoção do respeito pelos direitos de autor pelos jovens: consumidores e criadores.

Refira-se, como ilustração clara e inequívoca,  da importância deste segmento da população na utilização do mundo digital, um estudo realizado pela Deco no ano passado, que revela que, num universo de 2.500 jovens inquiridos, cerca de 90% navega todos os dias na internet, sendo que destes 40% navega duas horas e 10% oito horas.

Estes jovens utilizadores, altamente experientes na utilização das tecnologias e no acesso à informação, "carecem de experiência de vida para saberem reconhecer alguns riscos ou algumas situações que podem ser mais perigosas no seu quotidiano, como seja o ciberbullyng' que atinge nas redes sociais uma dimensão completamente diferente", disse Fernanda Santos.

Nas conferências, que contaram com a participação de cerca de 200 alunos, os jovens começam a perceber que, afinal, a internet que "está tão acessível e que dá tantas oportunidades tem regras e que eles as têm de conhecer melhor", adiantou a citada responsável.

A abertura do encontro esteve a cargo de José António de Sousa, responsável da Escola Secundária D. Dinis, seguindo-se uma exposição sobre o Mundo Digital  por Inês Paraíso da "Decojovem, decorrendo depois um painel, animado pelo Inspetor-Geral da IGAC,  Luís Silveira Botelho, por um representante do Centro Internet Segura, da Fundação para a Ciência e Tecnologia e por um representante do Centro de Competência TIC da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal.
Já na sua fase final, o tema foi o concurso SITESTAR.PT, que precedeu o encerramento realizado por Inês Paraiso da DECOjovem.

No passado dia 15 de dezembro, na Escola Secundária D. Dinis em Lisboa, juntaram-se aos alunos e professores, responsáveis por temas como os direitos de autor, o mundo digital e a Internet como novo meio de criação intelectual e de comunicação, numa conversa com o formato de conferência a lembrar as famosas "TED's".

"Ser criativo e respeitar os direitos de autor" foi uma das questões em debate neste evento que marcou o encerramento da terceira edição do Concurso SITESTAR.PT.

Este concurso tem desafiado os jovens a criarem 'websites' sobre os seus projetos e atividades nas áreas da ciência, da inclusão social, das artes e do desporto, promovendo a literacia digital e o respeito pelos direitos de autor.

As escolas também foram convidadas a promoverem os seus jornais digitais no âmbito deste concurso, que nas duas edições anteriores contou com a inscrição de mais de 400 equipas, com o envolvimento direto de 1.035 alunos e de 169 professores, tendo sido criados e desenvolvidos 107 'websites'.

"É um apoio que estamos a fazer para que os jovens tenham melhores competências no mundo digital, mas deparamo-nos com uma dificuldade, que é alguma falta de conhecimento dos mais novos sobre os direitos de autor, que os leva a usar imagens, conteúdos, da forma que não é mais correta ou em desrespeito pelos autores", disse à agência Lusa a coordenadora do projeto da Deco, Fernanda Santos.

As principais motivações dos organizadores deste concurso são ao nível da promoção do respeito pelos direitos de autor pelos jovens: consumidores e criadores.

Refira-se, como ilustração clara e inequívoca,  da importância deste segmento da população na utilização do mundo digital, um estudo realizado pela Deco no ano passado, que revela que, num universo de 2.500 jovens inquiridos, cerca de 90% navega todos os dias na internet, sendo que destes 40% navega duas horas e 10% oito horas.

Estes jovens utilizadores, altamente experientes na utilização das tecnologias e no acesso à informação, "carecem de experiência de vida para saberem reconhecer alguns riscos ou algumas situações que podem ser mais perigosas no seu quotidiano, como seja o ciberbullyng' que atinge nas redes sociais uma dimensão completamente diferente", disse Fernanda Santos.

Nas conferências, que contaram com a participação de cerca de 200 alunos, os jovens começam a perceber que, afinal, a internet que "está tão acessível e que dá tantas oportunidades tem regras e que eles as têm de conhecer melhor", adiantou a citada responsável.

A abertura do encontro esteve a cargo de José António de Sousa, responsável da Escola Secundária D. Dinis, seguindo-se uma exposição sobre o Mundo Digital  por Inês Paraíso da "Decojovem, decorrendo depois um painel, animado pelo Inspetor-Geral da IGAC,  Luís Silveira Botelho, por um representante do Centro Internet Segura, da Fundação para a Ciência e Tecnologia e por um representante do Centro de Competência TIC da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal.
Já na sua fase final, o tema foi o concurso SITESTAR.PT, que precedeu o encerramento realizado por Inês Paraiso da DECOjovem.

No passado dia 15 de dezembro, na Escola Secundária D. Dinis em Lisboa, juntaram-se aos alunos e professores, responsáveis por temas como os direitos de autor, o mundo digital e a Internet como novo meio de criação intelectual e de comunicação, numa conversa com o formato de conferência a lembrar as famosas "TED's".

"Ser criativo e respeitar os direitos de autor" foi uma das questões em debate neste evento que marcou o encerramento da terceira edição do Concurso SITESTAR.PT.

Este concurso tem desafiado os jovens a criarem 'websites' sobre os seus projetos e atividades nas áreas da ciência, da inclusão social, das artes e do desporto, promovendo a literacia digital e o respeito pelos direitos de autor.

As escolas também foram convidadas a promoverem os seus jornais digitais no âmbito deste concurso, que nas duas edições anteriores contou com a inscrição de mais de 400 equipas, com o envolvimento direto de 1.035 alunos e de 169 professores, tendo sido criados e desenvolvidos 107 'websites'.

"É um apoio que estamos a fazer para que os jovens tenham melhores competências no mundo digital, mas deparamo-nos com uma dificuldade, que é alguma falta de conhecimento dos mais novos sobre os direitos de autor, que os leva a usar imagens, conteúdos, da forma que não é mais correta ou em desrespeito pelos autores", disse à agência Lusa a coordenadora do projeto da Deco, Fernanda Santos.

As principais motivações dos organizadores deste concurso são ao nível da promoção do respeito pelos direitos de autor pelos jovens: consumidores e criadores.

Refira-se, como ilustração clara e inequívoca,  da importância deste segmento da população na utilização do mundo digital, um estudo realizado pela Deco no ano passado, que revela que, num universo de 2.500 jovens inquiridos, cerca de 90% navega todos os dias na internet, sendo que destes 40% navega duas horas e 10% oito horas.

Estes jovens utilizadores, altamente experientes na utilização das tecnologias e no acesso à informação, "carecem de experiência de vida para saberem reconhecer alguns riscos ou algumas situações que podem ser mais perigosas no seu quotidiano, como seja o ciberbullyng' que atinge nas redes sociais uma dimensão completamente diferente", disse Fernanda Santos.

Nas conferências, que contaram com a participação de cerca de 200 alunos, os jovens começam a perceber que, afinal, a internet que "está tão acessível e que dá tantas oportunidades tem regras e que eles as têm de conhecer melhor", adiantou a citada responsável.

A abertura do encontro esteve a cargo de José António de Sousa, responsável da Escola Secundária D. Dinis, seguindo-se uma exposição sobre o Mundo Digital  por Inês Paraíso da "Decojovem, decorrendo depois um painel, animado pelo Inspetor-Geral da IGAC,  Luís Silveira Botelho, por um representante do Centro Internet Segura, da Fundação para a Ciência e Tecnologia e por um representante do Centro de Competência TIC da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal.
Já na sua fase final, o tema foi o concurso SITESTAR.PT, que precedeu o encerramento realizado por Inês Paraiso da DECOjovem.

No passado dia 15 de dezembro, na Escola Secundária D. Dinis em Lisboa, juntaram-se aos alunos e professores, responsáveis por temas como os direitos de autor, o mundo digital e a Internet como novo meio de criação intelectual e de comunicação, numa conversa com o formato de conferência a lembrar as famosas "TED's".

"Ser criativo e respeitar os direitos de autor" foi uma das questões em debate neste evento que marcou o encerramento da terceira edição do Concurso SITESTAR.PT.

Este concurso tem desafiado os jovens a criarem 'websites' sobre os seus projetos e atividades nas áreas da ciência, da inclusão social, das artes e do desporto, promovendo a literacia digital e o respeito pelos direitos de autor.

As escolas também foram convidadas a promoverem os seus jornais digitais no âmbito deste concurso, que nas duas edições anteriores contou com a inscrição de mais de 400 equipas, com o envolvimento direto de 1.035 alunos e de 169 professores, tendo sido criados e desenvolvidos 107 'websites'.

"É um apoio que estamos a fazer para que os jovens tenham melhores competências no mundo digital, mas deparamo-nos com uma dificuldade, que é alguma falta de conhecimento dos mais novos sobre os direitos de autor, que os leva a usar imagens, conteúdos, da forma que não é mais correta ou em desrespeito pelos autores", disse à agência Lusa a coordenadora do projeto da Deco, Fernanda Santos.

As principais motivações dos organizadores deste concurso são ao nível da promoção do respeito pelos direitos de autor pelos jovens: consumidores e criadores.

Refira-se, como ilustração clara e inequívoca,  da importância deste segmento da população na utilização do mundo digital, um estudo realizado pela Deco no ano passado, que revela que, num universo de 2.500 jovens inquiridos, cerca de 90% navega todos os dias na internet, sendo que destes 40% navega duas horas e 10% oito horas.

Estes jovens utilizadores, altamente experientes na utilização das tecnologias e no acesso à informação, "carecem de experiência de vida para saberem reconhecer alguns riscos ou algumas situações que podem ser mais perigosas no seu quotidiano, como seja o ciberbullyng' que atinge nas redes sociais uma dimensão completamente diferente", disse Fernanda Santos.

Nas conferências, que contaram com a participação de cerca de 200 alunos, os jovens começam a perceber que, afinal, a internet que "está tão acessível e que dá tantas oportunidades tem regras e que eles as têm de conhecer melhor", adiantou a citada responsável.

A abertura do encontro esteve a cargo de José António de Sousa, responsável da Escola Secundária D. Dinis, seguindo-se uma exposição sobre o Mundo Digital  por Inês Paraíso da "Decojovem, decorrendo depois um painel, animado pelo Inspetor-Geral da IGAC,  Luís Silveira Botelho, por um representante do Centro Internet Segura, da Fundação para a Ciência e Tecnologia e por um representante do Centro de Competência TIC da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal.
Já na sua fase final, o tema foi o concurso SITESTAR.PT, que precedeu o encerramento realizado por Inês Paraiso da DECOjovem.