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"IGAC vai à escola" em Oliveira de Azeméis

A Inspeção-Geral das Atividades Culturais  realizou, no passado dia 23 de abril, Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor, mais uma sessão pedagógica no âmbito do projeto "IGAC vai à Escola", desta vez em Oliveira de Azeméis, em duas escolas do
Agrupamento de Escolas de Loureiro, com o objetivo de sensibilizar os alunos do 1º ciclo do ensino básico para a defesa dos direitos de autor e dos direitos conexos.

Esta iniciativa, que decorreu na parte da manhã na Escola EB 2/3 D. Frei Caetano de Brandão e, na parte da tarde, na Escola EB 1 da Areosa,  contou com cerca de 140 alunos e recebeu o entusiástico acolhimento de todos os participantes, alunos e professores, o que constitui mais um gratificante incentivo à prossecução deste projeto.

Recorde-se que projeto pedagógico "IGAC vai à Escola" foi lançado no ano letivo de 2011 e já envolveu mais de um milhar de alunos, tendo em julho de 2013 sido apresentado em Bruxelas no Observatório Europeu de Contrafação.

Este Projeto tem por objetivo divulgar e alertar para a importância da propriedade intelectual junto das camadas mais jovens do público consumidor.

Neste sentido, foi criada uma mascote e designada uma equipa técnica constituída por trabalhadores da área de Licenciamento e Propriedade Intelectual da IGAC, que se encontra a trabalhar com estabelecimentos de ensino do 1.º e 2ª ciclos do ensino básico.

Para sensibilizar as crianças para esta problemática, as ações seguem uma metodologia organizada nas seguintes fases:

a)    Definição dos conceitos de autor e de obra através do recurso a exemplos facilmente reconhecidos por todos;

b)    Utilizando a sua condição de “autores”, cada aluno deve realizar uma obra - desenho, poema ou texto;

c)    Realização de uma animação teatral.

O entusiasmo demonstrado pelas crianças faz crer que vale a pena reforçar o empenho nas gerações futuras como forma de assegurar uma maior consciência cívica, capaz de defender os interesses dos autores e da criação e perceber que muitos autores, se não forem remunerados pelas suas criações, não podem criar novas obras nem pagar àqueles que os ajudam a criar o produto final.